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Imagine Harry Styles | Future Teacher (Pedido/Parte 5)

em 11 de junho de 2017 |


Pedido por: Ana Paula


(Seu nome) estava cansada ao extremo, a noite havia sido longa e cansativa, ela decidiu ficar no hospital com Niall porque ele estava em observação e seus pais não poderiam permanecer por muito tempo por causa do trabalho no dia seguinte. O diretor Grimshaw conversou com ela por telefone e a liberou das aulas para que pudesse ser a acompanhante do aluno.
Na hora de explicar o que aconteceu foi uma verdadeira saia justa, (seu nome) não sabia se falava quem havia agredido Niall daquela forma e nem sabia se deveria contar toda a verdade desde o começo, mas o medo de perder o emprego foi maior e ela apenas decidiu esperar Niall acordar para saber a decisão dele, ela o apoiaria totalmente.
A manhã se arrastou do mesmo jeito que a noite, as enfermeiras entravam no quarto de vez em quando para trocar o soro ou apenas para saber o estado do garoto, (seu nome) nem se dava o trabalho de olhar em direção a porta quando a mesma abria e talvez isso tenha sido um erro. Ela não se assustaria tanto se visse Harry entrando, mas como ela não olhou, não muito depois quase pulou da poltrona quando abriu os olhos e ele estava a sua frente.

— O que você está fazendo aqui?! — (seu nome) se colocou de pé com medo do que o adolescente poderia fazer — É melhor sair ou chamarei os médicos.

— Não faça isso... — a voz dele estava calma e soava inocente — Eu não queria ter feito isso com o Niall. — Harry se esforçou para não chamá-lo de tomate — Eu estou tão arrependido, me desculpe.

(Seu nome) começou a se perguntar mentalmente se estava sonhando porque ouvir um demônio se desculpar não é o convencional, mas ela também se forçava a lembrar que Lúcifer foi um anjo antes de se tornar um demônio, Harry poderia estar muito bem mascarado.

— O que te faz vir até aqui? Você não pode chegar perto do Niall, eu não exitarei contar tudo a polícia e aos pais dele se você tentar alguma coisa. — ela jurou ter visto algo como raiva nos olhos esverdeados, mas ele se conteve em suas ações.

— Por que o defende tanto? Qual o seu interesse com esse garoto? — fazendo um esforço sobre humano, Harry conseguiu não aumentar a voz e nem deixar sua raiva transparecer nela.

— Ele é meu aluno, eu defenderia qualquer um deles e você o machucou por minha causa. Tudo foi um mal entendido e mesmo que não fosse você não tem o direito de machucar as pessoas. — (seu nome) se afastou do garoto porque não se sentia confortável estando próxima a ele, na verdade ela não se sente confortável ao tê-lo sobre o mesmo teto.

— Ele queria te roubar de mim, eu não posso permitir que alguém chegue e faça você me odiar. — os olhos verdes do garoto estavam focados na professora como se estivessem diante de uma presa.

— Eu. Não. Pertenço. A. Você. Por favor, pare! — (seu nome) estava cansada de lidar com o garoto.

— Eu amo você, será que não entende? — a voz do garoto se alterou um pouco e ele tentou se aproximar — Eu sou seu e você é minha, meu amor.

— Você é meu aluno, Harry, o que aconteceu foi um erro porque você mentiu para mim e talvez a bebida influenciou em algo também, mas nada daquilo foi real pra mim. — a professora explicou da melhor forma que podia na esperança de fazê-lo cair em juízo — Aquilo deveria ter morrido a partir do momento que pisamos fora daquele bar.

— Como você pode desdenhar do meu amor dessa maneira? — Harry agarrou o pulso da mulher com força, olhando-a nos olhos com os seus verdes repleto de fúria — Foi real e você veio em direção a mim por algum motivo, então obedeça o destino. Você é minha!

Mas uma vez medo definia o estado de (seu nome) no momento porque ela não sabia mais o que esperar do garoto, ele não conseguia compreender a realidade. Parecia até que ele criou um mundo inexistente em sua cabeça onde só acredita no que quer e onde ela o pertence, mas ele tem que voltar urgentemente para a realidade.

Um resmungo pôde ser ouvido pelos dois e os olhos de Harry foram direcionados a cama no mesmo instante soltando o pulso agora vermelho da mulher. (Seu nome) não sabia se agradecia ou se temia a ação do cacheado, ele poderia tentar mais alguma coisa contra o Niall.

— Professora? Harry? — a voz baixa de Niall quase não pôde ser ouvida — O que estão fazendo aqui? Onde é que eu estou? — olhando para os lados, ele colocou a mão sobre a cabeça enrolada com uma faixa branca.

— Você não se lembra o que aconteceu ou onde estava? — (seu nome) perguntou se aproximando e Niall negou lentamente com a cabeça.

— Uma pessoa tentou te roubar e por algum motivo acertou a sua cabeça com um pedaço de madeira. Eu impedi que ele te machucasse mais e (seu nome) chamou uma ambulância. — Harry contou uma versão totalmente falsa se livrando da culpa. (Seu nome) não o desmentiu para não deixar o garoto loiro confuso. 

— Muito obrigado, Harry... Eu nem sei como te agradecer. — Niall sorriu pequeno.

“Apenas fique longe da minha mulher." - o de olhos verdes pensou.

— Agora que sabemos que ele está melhor, podemos ir para casa. — Harry sorriu se voltando para a mulher e qualquer pessoa de fora poderia pensar que eram um casal.

— Você pode ir. — (seu nome) respondeu com indiferença — Você quer que eu chame o médico, Niall? Sente alguma dor? — o loiro negou sendo completamente fuzilado por esmeraldas verdes e furiosas.

Harry permaneceu ali como um fiel cão de guarda até que (seu nome) foi embora, ele não a deixaria sozinha com o tomate nem por um segundo, toda aquela inocência de garoto bondoso era apenas uma faça e ele sabia perfeitamente disso. Niall poderia enganar a todos, menos a ele.

Um mês depois

Niall se recuperou bem, na semana seguinte do ocorrido ele já estava na escola sem nenhuma sequela, ele só não podia frequentar as aulas de educação física. (Seu nome) manteve a maior distância do garoto - e ele parecia fazer o mesmo, mesmo sem a memória do dia do incidente - ela não queria indiretamente causar mais nenhum estrago mesmo sabendo que não pode se submeter a viver com medo de um garoto de 17 anos, mas é melhor prevenir do que remediar. 
(Seu nome) também havia adotado um novo método, toda a vez que Harry se aproximava com o papo estranho deles terem que ficar juntos e serem um do outro, ela fazia questão de lembrá-lo que nada foi real e nada do que ele pensa é verdade deixando assim o garoto com raiva todas as vezes que repetia essas mesmas palavras, mas ela ainda tem esperança de que ele algum dia vai entender.
Voltando para casa depois de um dia de aula maravilhoso sem Harry, ela se jogou sobre o sofá colocando o braço sobre os olhos tranquila por não ter tido que aturar o garoto a perseguindo pela escola. Levantando-se apenas minutos depois, ela se direcionou para o banheiro para tomar banho e depois se jogou na cama não se preocupando em comer quando ela ainda não estava com fome. Sem ao menos perceber gradativamente foi tomada pelo sono.
(Seu nome) despertou ao sentir uma respiração quente em seu pescoço, uma hora depois de ter dormido. Assustada, ela jogou seu corpo para longe quase caindo da cama podendo ouvir a voz tão conhecida. 

— Acho que te assustei, meu amor. — Harry riu baixo olhando o rosto da mulher com adoração e causando ainda mais medo do que só sua presença em si.

— Como entrou aqui? O que está fazendo aqui? — as frases saíram quase gritadas por (seu nome), seu coração estava a mil.

— Por que está fazendo essa pergunta, amor? Eu estou onde sempre deveria estar, não faça perguntas bobas. — ele riu mais uma vez tentando segurar sua mão — Não! Não ouse se levantar. — ele disse quando (seu nome) se sentou — Você não quer deixar o seu namorado bravo, não é?!

— VOCÊ NÃO É O MEU NAMORADO, HARRY, PARA COM ESSA PARANÓIA, PELO AMOR DE DEUS! — havia definitivamente passado de todos os limites, invadir sua casa foi algo muito grave, tudo que já fez foi muito grave, alguém só deveria dar um fim a tudo.

— NÃO GRITE COMIGO! NÃO ME NEGUE! E PRINCIPALMENTE NÃO MINTA PARA MIM! — Harry pegou uma pistola que estava sobre a mesinha e (seu nome) não sabia de onde havia saído aquilo — VOCÊ ME AMA, PARA DE NEGAR! VOCÊ ME AMA!

Harry balançou a arma na frente do rosto da mulher a deixando apavorada quando o cano gelado foi pressionado em sua testa fazendo um arrepio subir a sua espinha. (Seu nome) tinha certeza se não fizesse tudo que ele mandasse seria o seu fim, nada que viesse de Harry era alguma surpresa, tudo que ela pode fazer é chorar.



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