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Imagine Louis Tomlinson | Nosso Filho (Parte I)

em 13 de agosto de 2016 |


Depois de muito tempo, um imagine com o Louis

 Eu estou há quase duas a espera de Louis sentada na recepção da clinica de ultrassonografia, eu havia ligado para ele ontem o lembrando que eu tinha uma ultrassom marcada para hoje e ele disse que viria para estar comigo quando descobríssemos o sexo do bebê.
Depois de pedir a doutora para atender as outras mulheres na minha frente, não havia mais ninguém que pudesse ser atendida antes de mim, tentei mais uma vez ligar para Louis e como das outras vezes ele não me atendeu, seu celular deve estar lotado de mensagens e ligações minhas.
Ao me ver entrar na sala a doutora me olhou franzindo o cenho como se algo estivesse errado, ela provavelmente queria saber onde estava o pai do meu filho que eu tanto esperava.
— Ele não veio? perguntou me vendo fechar e eu dei um sorriso sem graça.
— Não. suspirei não escondendo a minha frustração, me deitando na maca e levantando minha blusa moletom exibindo minha barriga salientemente notável.
— Eu sinto muito.
Nós ficamos em silêncio no inicio do procedimento e ela só falou coisas sobre a imagem desfocada do bebê no monitor a qual eu não entendia nada, apenas quando ela apontava com o dedo e me dizia que parte do meu filho se tratava. Ela me disse o sexo do bebê e me explicou algumas coisas, logo me liberando para ir para casa.
Depois de sair do consultório, pegar um táxi e entrar em casa, suspirei me sentando no sofá, eu iria tentar falar com o Louis mais uma vez e se ele não me atendesse eu desistiria. Quando depois do terceiro toque eu ouvi uma voz responder, eu poderia gritar de felicidade, mas era a Danielle.
— O que você quer com o Louis? Você não vê que está incomodando? Quando você ligar uma vez e ele não atender então insista!  Danielle falou tudo de uma vez antes que eu pudesse falar algo.
— Eu quero falar com o Louis. Passa para ele!  eu não fiz questão nenhuma de ser delicada, acho que se ela pudesse me jogaria debaixo do primeiro ônibus que passasse... Então não vou ser legal com uma pessoa dessa.
— Quem você acha que é para exibir algo? Louis te deixou queridinha, ele não quer saber de você.  pude ouvir sua risada e tive que me controlar para não xingá-la.
— Eu também não queria saber dele, mas infelizmente teremos um bebê e isso não é qualquer coisa.
— Você acha que eu não sei que isso não passa de um golpe? Você está fazendo isso para ter o Louis de volta, mas ele não gosta de você e não vai ser um monstrinho que fará ele gostar.  tudo bem me provocar e me caluniar, mas falar do meu filho que ainda não nasceu é demais.
— A única pessoa de má índole entre nós duas é você. Eu não tenho culpa se o Louis é um retardado e não vê quem você realmente é, vagamunda. Eu não permitirei que você chegue perto do meu filho, está ouvindo vadia?
...

Louis POV

Depois de passar a manhã inteira atrás de um remédio que a Dani me pediu para comprar e só encontrar depois de ir a quase dez farmácias, descobri que o tal remédio não existe. Eu fiquei irritado, mas ela me disse que havia errado o nome, tudo bem, todo mundo erra.
Entro em casa com a chave do carro na mão e vejo a Dani sentada no sofá de costas para mim segurando o meu celular próximo a sua orelha, ela havia atendido uma ligação que era para mim.
— Dani?
A chamei caminhando até ela que me olhou com cara de choro como se estivesse ouvindo uma coisa muito desagradável, seja quem foi que ligou não foi com boa intenção.
Ela me estendeu meu celular e eu o levei até minha orelha a tempo de ouvir a voz um pouco alterada de (seu nome).
— ...do meu filho, está ouvindo vadia?
—  Você me ligou para atingir minha namorada?
Perguntei indignado não acreditando que ela se prestou a esse papel.
— Ótimo que você apareceu, eu queria falar com você mesmo.
— Eu acho que te fiz uma pergunta. Se você queria falar comigo não precisava xingar minha namorada.  pude ouvi-la bufar do outro lado da linha.
— Ela foi desagradável em atacar o meu meu filho que ainda não nasceu, se ela estivesse na minha frente eu bateria com a cabeça dela na parede.
— Você abaixa a sua bola, minha namorada está chorando por sua causa e eu não deixarei que você trate ela desse jeito está entendendo?  falei enquanto olhava a Dani e posso jurar que vi um rápido sorrisinho brotar no canto de sua boca que logo foi desfeito.
— Ela atacou, a-ta-cou o nosso filho e você não diz nada? Que tipo de pai é você, Louis?
— Eu sou o tipo de pai que não tem certeza absoluta se vai mesmo ser pai.
Respondi rapidamente logo após suas perguntas. Eu realmente não sei se é o meu filho, só tem a palavra da (seu nome) que depois da conversa com a Dani, eu não sei se posso confiar.
Passamos uma tarde a falar sobre isso, tudo que a Dani me disse faz bastante sentido. Somente depois de dois meses que terminamos (seu nome) me procurou dizendo que estava grávida, nesses dois meses ela pode ter ficado com outra pessoa e agora estar jogando uma responsabilidade que não é minha para cima de mim.
Eu nunca duvidaria de (seu nome), mas o que a Dani disse faz sentido.
— Olha Louis... Eu tive uma manhã estressante esperando o homem que eu tenho certeza que é o pai do meu filho. Ele havia dito que estaria presente na ultrassom para salvar o sexo do bebê, mas ele sequer mandou uma mensagem ou disse que não poderia ir ignorando todas as mensagens e ligações que eu fiz. Eu o liguei novamente quando cheguei em casa e tive que ouvir do pai do meu filho que eu posso ser uma vadia que engravida de um mas diz que é de outro. Eu não preciso disso.
Sua voz mudou no meio de tudo o que falou, eu sei que ela está chorando e a confirmação veio um pouco depois ao que ouvi uma fungada.
— Me desculpe, (seu nome)...
Falo baixo arrependido e Danielle me olhou imediatamente não acreditando. A verdade é que eu não aguento saber que ainda faço a (seu nome) chorar, mesmo que não estejamos mais juntos.
— Eu não estou exigindo nada muito difícil, na verdade eu não estou exigindo nada, Louis. Eu não quero nada para mim, não estou insistindo nisso porque te quero de volta, eu estou insistindo pelo meu filho. Eu poderia sumir e criá-lo sozinha, mas eu não quero fazer isso com ele, Louis... Eu não quero meu filho sofra sem um pai.
— Não chore, (seu apelido). Me desculpe por não ter ido, mas eu estava ocupado com uma coisa fútil que me fez esquecer isso não vai se repetir.
Vi a Danielle sair da sala em direção a cozinha. Eu posso até parecer um canalha, mas eu não estou ligando muito para ela nesse momento.
 Não precisa se desculpar, só peço que não deixe isso se tonar um hábito para que você não se acostume a fazer isso quando o nosso filho estiver maior e precisando de você.
— Não deixarei... Serei o melhor pai que o nosso filho poderia ter.
Sorri somente em pensar em minha família. Eu, meu filho e... (Seu nome). Espera... Minha namorada é a Dani.
—  Estamos nos referindo a nosso filho no masculino... É um menino?  pergunto ansioso e com um e com um sorriso largo, sempre quis ter um filho para ensiná-lo futebol.
— Sim... É um menino.
— Você não poderia me fazer mais feliz!
Digo animado sem medir minhas palavras, mas não me importo muito em consertar o que eu disse, mesmo tendo a Dani me fuzilando com o olhar parada na porta da cozinha.
— Você que o colocou aqui... É um pouco culpa sua.  ela deixou uma risada baixa escapar me fazendo sorrir mais ainda, não é algo posso controlar só acontece.
Toda desconfiança de antes se extinguiu, eu só poderia estar muito maluco em não acreditar na mulher que quase chegou a ser minha noiva. Não sei direito por que terminamos, nos dávamos tão bem juntos.
— Eu preciso desligar... Estou com um pouco de sono.  ela falou e eu quase que deixei um "Ah não" escapar da minha boca.
— Tudo bem... Fique bem, você e o nosso filho.
—  Vamos ficar. Tchau.
E a ligação foi encerrada.
— O que foi isso?
Danielle perguntou assim que eu coloquei o celular sobre a mesinha e comecei a caminhar em direção ao quarto.
— Meu filho será um menino.
Digo simplesmente com um sorriso no rosto e vou para o meu quarto a deixando boquiaberta e me deito feliz.


Espero que gostem :)
Beijos.

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