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Imagine Louis Tomlinson | Nosso Filho (Parte II)

em 18 de agosto de 2016 |


Uma semana se passou desde que Louis se derreteu completamente pela sua ex-namorada e mãe de seu futuro filho. Não havia outra coisa que passasse por sua cabeça, tudo agora parecia girar em torno da gestante e do bebê se formando dentro dela. Infelizmente, para Louis, não teve como ele visitá-la, não foi por falta de vontade porque se dependesse dele, eles estavam morando juntos e a Dani que se foda.
Toda a noite Louis chegava em casa com coisinhas para o bebês e cremes para gestantes, ele ia a lojas em seu horário de almoço e ocupava as atendentes com perguntas do que seria melhor para levar e quais as utilidades dos produtos. Tudo ficava organizado no quarto para que ele levasse no final de semana.
A pessoa menos feliz na história toda é a Danielle, o que já era de se esperar. As ligações de Louis e (seu nome) tem ficado cada vez mais frequentes e mas longas, o que a deixa com vontade de colocar fogo no Louis que faz questão de conversar com a biscate na frente dela, palavras da mesma. Todos os presentes comprados estavam expostos no quarto para quem quisesse ver e eles pareciam zombar da cara dela, o que a deixa ainda mais furiosa.
Louis pode não ter reparado, mas todas as conversas que tem tem tentado iniciar com a namorada é sobre seu filho e sua ex, esses são sempre assuntos que fazem os dois terminarem brigados.
É sexta feira, Danielle está cansada dessa semana e irritada por saber que está perto de Louis ir visitar (seu nome), em sua cabeça a ex de seu namorado esta apenas tramando para tê-lo de volta e como ele é burro o suficiente para acreditar que o filho é dele, está caindo como um patinho.
No fim da tarde Danielle se arrumou e saiu de casa, ela iria tirar satisfação com (seu nome), ela está disposta a fazer qualquer coisa para afastar a garota de seu namorado.
(Seu nome) estava voltando para casa, ela havia saído para comprar a vitamina que a doutora escreveu na receita, o dia estava lindo, principalmente depois que Louis ligou perguntando como ela e o bebê estavam e se precisavam de alguma coisa.
Saber que ele se impota enche seu coração.
Quando estava quase entrando dentro de sua casa, (seu nome) escutou alguém chamando o seu nome e assim que se virou pôde ver Danielle se aproximando.
— O que você está fazendo aqui?  (seu nome) perguntou, se Danielle estava ali para boa coisa que era.
—  Eu vim apenas para mandar você ficar longe do meu namorado, ele pode ter caído no seu joguinho, mas a mim você não me engana.
— Eu não estou perto do Louis, nós nos falamos por telefone, vamos ter um filho e ele ser seu namorado não significa que ele é sua propriedade.  a grávida rebateu.
— Não me faça perder a paciência. Você está louca por atenção e fica atrás de Louis, procure atenção em outro lugar, vadia.
— A única louca é você que saiu da sua casa para vir até a minha me ofender.
— Danielle? 
As garotas se viram para ver Louis se aproximando com sacolas em suas mãos , nenhuma das duas esperavam encontrá-lo ali.
— O que você está fazendo aqui, Louis? Por um acaso você e essa vadia estão tendo um caso?   Danielle encarou o namorado que parou ao lado de (seu nome).
—  Não a chame assim, Danielle. Você não tem motivo algum para isso.   Louis a repreendeu.
— Você é tão idiota que caiu nas garras de la rápido demais. O que você está ganhando com isso° Voltou a transar com essa biscate?
— Eu já disse para não chamá-la assim! Respeite a mãe do meu filho.  Louis falou um pouco mais alto e (seu nome) segurou ao seu braço em uma tentativa de acalmá-lo.
— Tire sua mão daí, vagabunda!   Danielle bateu sobre a mão da gestante.
— Se você fizer isso de novo, eu não vou responder por mim.  a voz de Louis saiu carregada de ameaça direcionada a sua namorada.
—  E vai fazer o quê? Me bater?   a garota desafiou.
— Calma, Lou... Não vale a pena.  (seu nome) disse baixo e Danielle riu debochada.
— Lou?! Você não está me enxergando aqui, vadia? Ou está fazendo de proposto para vê até quando minha paciência vai para eu não enfie a minha mão na sua cara?
— Louis... Vá para a sua casa e dê um jeito na sua namorada, não quero tê-la em frente a minha casa me xingando toda vez que eu chegar em casa.   por incrível que pareça, (seu nome) estava calma, ela sabe que se ficar nervosa sua pressão vai subir.
— Agora quer dar uma de boa moça, coitadinha dela.
— Olha Danielle... Louis e eu não temos mais nada, você deveria confiar mais no seu namorado. Você está tão insegura que veio até aqui passar vergonha me xingando.
Assim que (seu nome) terminou de falar a mão de Danielle se ergueu tomando rapidamente a direção do rosto da garota, o tapa em (seu nome) só foi evitado porque Louis foi mais rápido entrando na frente da mãe do seu filho recebendo o tapa estralado em seu pescoço.
— Eu juro que se você tentar algo assim contra ela novamente, eu vou agredir você.  Louis falou segurando fortemente o braço da namorada, isso já havia ido longe demais  Vá embora! Pegue suas coisas e suma da minha casa.
— Você está terminando comigo?
— O que você acha? Eu não quero uma louca como namorada, principalmente quando o meu filho nascer.
— POIS EU ESPERO QUE ELE MORRA!  Danielle gritou raivosa soltando-se das mãos de Louis e caminhando apressadamente na direção contraria dos dois.
Louis olhou a garota ir embora até que não pudesse vê-la mais, ele não acredita que ela disse aquilo, nunca esperaria algo assim dela e nem de ninguém.
Era apenas um bebê.
Louis saiu de seus pensamentos quando ouviu (seu nome) fungar atrás dele, ele sabia que ela estava chorando e então se virou a abraçando.
 Vai ficar tudo bem...  ele beijou a cabeça da garota que logo retribuiu o abraço.
 Você ouviu o que ela disse... E se ela tentar algo contra nosso filho?   a garota falou entre soluços deixando todo o medo evidente em seu tom de voz.
 Eu estarei aqui para protegê-los, não precisa ter medo.
(Seu nome) separou o abraço olhando nos olhos azuis de Louis, como ela quer que seu filho tenha os olhos parecidos.   
— Eu amo você ... mesmo que não sejamos mais namorados   (seu nome) confessou e Louis limpou delicadamente as lágrimas de seus rosto.
— Eu também amo você... Vocês na verdade.   ele sorriu deixando um beijo na testa da garota   E sobre não sermos mais namorados... Podemos dá um jeito nisso.
— Vamos com calma, tudo bem?! é muita coisa acontecendo junto, mas sabia que eu te amo.  ela sorriu fraco o abraçando novamente.
— Nos ainda vamos ser uma família.
Louis disse com toda a certeza que sentia seu coração, nada dá tão certo como ele e (seu nome) juntos.



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