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Imagine Louis Tomlinson | O Sócio Do Meu Pai

em 26 de agosto de 2016 |



O quão maravilhoso é ir visitar seu pai no trabalho em um dia entediante? Nada maravilhoso, provavelmente o tédio só aumentará.
Mas então, o quão maravilhoso é ir visitar seu pai no trabalho em um dia entediante e descobrir que o sócio dele é mais gostoso do que seu personal trainer? Super maravilhoso, principalmente por ser homem e não resistir ao seus encantos.
Um tempo depois desse dia estávamos namorando e transando loucamente dentro da sala de seu escritório na empresa do meu pai.
Não poderia ser melhor.
Hoje é mais um dos dias que eu vou à empresa sem avisar, eu amo fazer surpresa, principalmente para o Louis que sabe que eu só irei embora depois que ele me jogar sobre sua mesa e fazer o seu melhor trabalho.
Podem até me achar mimada, e eu sou, mas é por que desde que nasci tenho tudo o que eu quero, então não pode ser diferente agora.
Assim que a porta do meu elevador se abriu, eu sai caminhando em direção a sala de Louis como se eu estivesse em uma imensa passarela.
— Senhorita Styles, eu vou avisar seu pai que a senhorita está aqui. — bufei ao ouvir a voz da secretária e me virei a vendo com o telefone já apoiado em sua orelha.
— Não ouse em falar nada! — tirei meu óculos a encarando — Desliga isso e fique na sua. Não preciso que ninguém avise que eu estou aqui. — ela apenas assentiu e desligou o telefone.
— Desculpe, senhorita.
Eu apenas revirei meus olhos colocando novamente meus óculos e voltando a caminhar para a sala de Louis. Assim que estava de frente para a porta, eu a abri vendo que o meu namorado não estava sozinho.
— (Seu nome)! — ele sorriu ao me ver e eu encarei a garota em pé a sua frente.
— Você. — falei apontando para a garota e ela me olhou — Saia!
— Me traga as cópias antes das cinco. — Louis disse com um sorriso no canto dos lábios.
— Sim senhor! — a garota respondeu e logo passou ao meu lado saindo da sala e então eu fechei a porta.
— Da próxima vez que ficar sozinho com uma garota, deixe a porta aberta. — caminhei até a o sofá no canto da sala onde deixei minha bolsa e óculos.
— Eu não acredito que está com ciúmes da garota do almoxarifado. — ele riu e eu caminhei até ele.
— Não é ciúmes... — coloquei meus braços em volta de seu pescoço e me sentei em seu colo — Estou apenas cuidando do que é meu. — sussurrei roçando meus lábios nos dele.
As mãos de Louis foram à minha cintura enquanto ele puxava meu lábio inferior com seus dentes e logo nossas línguas estavam à procura de dominância em um beijo cheio de luxúria e nada delicado. As mãos de Louis desceram para minha bunda por debaixo da saia que eu estava usando propositalmente sem calcinha.
— Você é mesmo uma safada... — ele sussurrou com seus lábios sobre o meu e eu apenas sorri me levantando para tirar a sua calça. — Não podemos demorar... Tenho uma reunião em quinze minutos.
— Mas que droga... — resmungo o vendo abaixar a calça e a cueca na altura de seus joelhos.
— Vem aqui... — ele riu me chamando e eu sentei novamente em seu colo — Em casa nós recompensamos.
Ele selou meus lábios levantando a minha blusa que eu o ajudei tirar, seus olhos focaram direto em meus seios quando percebeu que eu estava sem sutiã.
— Duplamente safada...
Ele sorriu e nós voltamos a nos beijar, suas mãos apertavam minha cintura e me ajudavam a rebolar em seu colo, eu já sentia o membro de Louis abaixo de mim e separei nossos lábios saindo se seu colo.
— Vamos logo com isso antes que você me deixe na mão por uma reunião chata.
Me virei de frente para sua mesa e derrubei tudo o que se encontrava sobre ela, nem seu celular escapou de ir ao chão.
— Cuidado ai, gostosa. — ele riu e deu um tapa estralado em minha bunda me fazendo dar um gritinho pelo ato.
— Vamos logo com isso. — me inclinei com as pernas abertas sobre a sua mesa e pude ouvi-lo abrir uma camisinha.
— Temos um pouco mais de cinco minutos...
Uma de suas mãos se posicionou em minha cintura e a outra apertou o meu seio ficando por ali mesmo, fechei meus olhos e sentir seu membro me penetrando de vez sem que eu pudesse evitar um gemido alto que escapou por entre meus lábios. As estocadas eram fortes e fundas e nós tentávamos conter nossos gemidos. A mão de Louis massageava meu seio enquanto a outra apertava fortemente minha cintura, o que deixaria marcas depois.
Eu apoiei meu rosto na mesa sentindo meu corpo ir para frente a cada estocada, mordi meu lábio e pude ouvir o barulho da porta sendo aberta.
— Filha...
Reconheci a voz do meu pai dentro da sala e Louis parou de se movimentar, mas não saiu de dentro de mim.
Eu nem ao menos levantei a cabeça para olhá-lo.
— Senhor Styles, eu posso explicar... — Louis disse em desespero e suas duas mãos agora se encontrava em minha cintura.
— Não há explicação para o que eu viu...
— Pai... — ao que levantei minha cabeça pude vê-lo de costas para nós e eu quase gargalhei.
— Você é adulta, (seu nome)... Pode fazer o que quiser com quem quiser, mas tinha que ser justo com o meu sócio?
— Ele é meu namorado! — e nós três ficamos em silêncio por alguns minutos.
— Não façam mais isso dentro da minha empresa... E Louis... Esteja no almoço de domingo lá em casa. — ele abriu a porta — Temos uma reunião agora. — e então ele saiu e fechou a porta.
— Vamos continuar, Louis... — senti seu membro saindo de mim e gemi em frustração.
— Não podemos continuar... Não depois de sermos pegos por seu pai. — me virei para o vendo subir suas calças — Você poderia ter trancado a porta. Com que cara eu vou olhar para ele agora?
— Isso não é o fim do mundo... — revirei os olhos me sentando em sua mesa — Não é como se ele não soubesse que eu faço sexo.
— Nós estávamos fazendo sexo na empresa dele, eu sou o sócio dele e ele me intimou para um almoço de domingo. — ele vestiu o seu paletó.
— Você está parecendo uma garotinha. — eu falei rindo e ele pegou minha blusa.
— Se veste que temos que ir... Eu tenho uma reunião e você vai para casa. — ele me entregou a blusa e eu a vestir saindo de sua mesa ido pegar minha bolsa.
— Ainda quero minha recompensa...
— Eu sei que sim. — antes que eu abrisse a porta, ele me puxou para um beijo rápido. — Até mais tarde!
— Estarei te esperando.
Deixei um selinho em seus lábios colocando meus óculos e saindo da sala em direção ao elevador, ao que eu olhei para trás Louis me olhava da porta e eu acenei em sua direção.
Agora as coisas subiram de nível, não temos mais o que esconder.
Infelizmente só não podemos mais transar na empresa, mas regras são feitas para serem quebradas.

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