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Bring Me To Life | Capítulo 15

em 1 de julho de 2014 |


                          
                                Você POV

Estamos caminhando pelo parque contando um pouco da nossa história, sobre amigos, famílias, entre outras coisas, eu nem tanto, não podia expor minha vida desse jeito, não é que eu não confie no Liam, mais é melhor se ele souber pouco sobre mim.
Quando vi Liam pela primeira vez naquele parque pensei que não passaria de uma simples conversa entre pessoas que acabaram de se conhecer.
Por incrível que pareça tudo em minha estava me levando em direção á ele. Hannah, Zayn e principalmente o DESTINO.
Eu pensei ter visto um garoto que não tinha mais razão para viver, sorrir, recomeçar. Mas, eu vi um garoto ressuscitar e descobrir que não há mais motivos para chorar.

- O que você senti?
Liam disse parando em minha frente.
- O que? (Disse sem entender o que ele dizia)
- O que senti em relação há tudo que aconteceu? Apesar de não ter me falado o que é, sei que é algo grave e que isso te apavora, não só a você mais ao Zayn também.
- Liam isso realmente não tem importância nesse momento. (Olhei para o lado)
- Para mim tem muita importância, eu preciso saber o que você senti, preciso saber se está com medo, se você se senti só!
- Quer realmente saber o que eu sinto? (Eu o encarei e ele assentiu) – Ok. Bom Liam, eu sinto.. Eu me sinto totalmente sem fé, sem esperança, eu me sinto com fria, congelada, iludida. (Fiz um pausa, Liam me olhava aguardando que eu disse algo a mais) – Eu estou despedaçada, atrasada para fazer o que tem que ser feito.. Tenho motivos para chorar mais não posso, minhas forças estão se esgotando, é isso que eu sinto é isso que está acontecendo!
Ele me puxou levemente me abraçando, eu queria chorar mais não podia. Eu retribui o abraço entrelaçando os braços em seu pescoço, eu estava na ponta do pé, já que era mais alto que eu.
Meus olhos estavam lacrimejados e embaçados mais mesmo com toda dificuldade e com a escuridão eu os vi.
Soltei Liam automaticamente e o olhei assustada, logo em seguido o puxei para que ele começasse a andar.
- O que foi?
Ele disse sem entender.
- Eles.. Eles estão ali.. Eles..
- Eles quem?
- Temos que sair daqui!
 Eu acelerei meus passos e Liam também, quando estávamos chegando à saída do parque, um carro parou na saída, atrapalhando nossa passagem.
- O que está acontecendo Seunome?
- Droga! (Puxei Liam para outra direção, olhei rapidamente para trás e vi três caras) – Corre Liam! (Eu gritei)
Começamos a correr procurando uma saída do parque mais parecia em vão, tudo que encontrávamos era arvores e escuridão a nossa frente.
Eu podia ouvi passos atrás de nós e alguém dizer “Não a deixem sair dessa área”.
- Por aqui!
Liam disse me puxando para uma muralha de arvores, segundo depois saímos em uma rua, eu estava cansada e não conseguia correr mais, eu estava fraca.
- Liam... (Eu disse parando de correr)
- Anda logo Seunome!
Ele sussurrou para mim.
- Eu não posso.. Eu não consigo você vai ter que ir sozinho!
- Não, não vou deixar você aqui, o meu carro está ali na frente Seunome.
- Eu não consigo ficar em pé Liam. (Eu ouvi vozes vindo em nossa direção) – Vai Liam, vá para a casa do Zayn, ele mora na..
- Sei onde Zayn mora! Não vou deixá-la aqui sozinha!
- Isso não tem nada haver com você Liam, não quero que você pague por algo que não cometeu.
- Droga Seunome!
Ele veio em minha direção e me puxou pelo braço me forçando a andar.
- Liam!
- Não vou deixá-la aqui!
Ouvi alguém gritar, nós dois olhamos para trás e depois começamos a correr em direção ao carro dele.
Entramos no carro de Liam rapidamente.
- Liga o carro Liam, anda.
- Não estou achando as chaves!
Olhei pelo retrovisor.
- Liam eles estão...
- Achei!
Ele gritou e em seguida ligou o carro e deu partida. Ouvi tiros e por extinto nós nos abaixamos rapidamente.
Liam curvou rapidamente a rua ele devia está a quase 200 km/por hora, com certeza ele causaria um acidente, mais eu não iria discutir naquele momento eu só queria fugir.
Dei as coordenadas para ele, dizendo para onde devíamos ir. Em um bairro distante, poucas casas, ruas escuras, tinha uma pequena casa onde eu me escondia quando estavam atrás de mim, meu apartamento no centro era só para não ter que responder um questionário, de o porquê morar em um lugar quase inabitável.
Descemos do carro, andamos em direção casa, assim que passamos pela escadinha que dava na porta bati três vezes, e a mesma de abriu.

XXX: - O que ele faz aqui?

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